quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Lavagem Cerebral

- Essa foto eu fiz durante um viagem ao Arquipélago de Los Roques, pertencente à Venzuela e situado no mar do Caribe.
- Para chegar lá tive de tomar uma aviãozinho "teco-teco" desde o aeroporto de Caracas(Um lixo de cidade, diga-se de passagem. Suja, amontoada, barulhenta, insegura,..)em uma jornada de meia hora e muita tensão. O avião era minúsculo, sobrecarregado e muito antigo.
- Porém chegamos vivos e fomos recompemsados pela beleza natural ÙNICA do local. Areia branca, água azul, calma e quente e sol forte. É uma ilhazinha pequenininha. Tem toda estrtura para receber o turista, porém se está procurando por "noitada" definitivamente não é o lugar. Para isso vá para Margarita que não vai se arrepender. Los Roques é um lugar paradisíaco, Para se descansar, refletir, sentar-se numa cadeira de praia debaixo de um guarda sol, esticar as pernas assegurar a cabeça com as mãos na nuca e, espreguiçano-se, encher bem os pulmões de ar e soltar lentamente, olhaaando o infinito azul do mar, ouvindo gaivotas, pelicanos e algum barquinho de pescador que passe por ali. È a vida em marcha lenta. Saboreada com toda a calma.
- Bom, mas voltemos a foto. Essa era a pousada onde eu estava hospedado. Paguei 30 dólares por dia por um quarto só meo, com banheiro, ar condicionado, café da manhã e janta de pratos típicos e deliciosos feitos pela Doña Magalis (dona da pousada, sentada a direita da foto).
- Essa era a hora da janta que, como se pode ver na foto, estava posta. Enquanto isso Donã Magalis com sua família olhava e escutava atenta e entusiasmadamente um longo dicsurso de Hugo Chavez.
- Pude entender, mais ou menso, como as ditaduras se sustetam. Em lugares onde a maioria do povo é humilde, sem muita informação, dicursos realmente perspicazes aliados a um poder de persuazão invejável entram na cabeça dassas pessoas de maneira a convence-las que realmente vivem uma vida boa a despeito de tolherem-lhes direitos.
- Vendem a imagem de um herói, contando bravatas e desafiando a outros povos.
- È como um religião. Seguem, sem saber exatamente por que. Idolatam sem motivo.
- Tentei ratratar o ritual que isso se torna: A família humilde toda reunida após um dia de trabalho, depois do banho e da janta, dedicando sua atenção e seu entusiamso ao regime.
- Eu vejo isso na foto. Epsero que não seja o único.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Calle de la vida.

- Essa foto eu fz em uma tarde de verão, enquanto caminhava por Veneza, procurando por uma pizzaria que me havima idndicado, por ser boa, barata e farta, algo raro em Veneza, com realção ao barato e farto, óbvio.
- Me perdi pelas ruelas da cidade e, buscando "encontrarme", me deparei com essa iamgem.
- Não sei exatamente porque nesse momento me pareceu algo especial, romântico, nostálgico. Algo que me fez pensar na minha vida, reavaliar algumas coisas, reafirmar valores, mudar o comportamento, ou não.
- Quando algo não está bem ou quando está bem, me lembro dessa foto. Me faz pensar na rua da minha vida, nos caminhos que percorri até aqui, as experiÊncias pelas quais passei até formar o que eu sou, os valores e personagens que influenciaram na formação do meu caráter e personalidade e que me ajuda a entender minhas escolhas, decisões e até minhas dúvidas. E ainda a incógnita sobre o que acontecerá quando dobrar a próxima esquina ou entrar naquela ruelinha ali. É a vida....
- Pode não representar nada para outra pessoa mas, essa foto causa em mim esse efeito subjetivo.
- Aliás, esse para mim é o grande "barato" da fotografia. A despeito de um técnica perfieta, o que importa mesmo é o significado que ela (imagem), interagindo com a carga cultural que cada um traz dentro de sua mente, passa. Como ela se comunica.
- Nunca será a mesma visão ou terá o mesmo significado que tem ou teve para o executor da foto. Mas como já ouvi em uma aula de Projeto Gráfico, uma obra depois de terminada se liberta de seu criador e pertence a maneira que cada um a vê. Cada um faz sua inerpetração paricular e tira suas próprias conclusões.
- Tire as suas...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Olhando a torre...


- Esta foto foi dirigida por mim e executada pelo Reginaldo (Um paulista gente fina que conheci nessa viagem e que nunca mais vi), na nossa primeira noite Paris (abril de 2008).
- Nosso programa não poderia ser outro. Compramos um vinho francês é claro e nos acomodamos na praça "Trocadéro" de frente para a torre Eiffel, onde ficamos (da esquerda para direita, eu - RS, Bruno - SP e Danilo -MG, além do Reginaldo - SP), contando histórias e degustando o vinho e algum queijo, até que estivéssemos cansados da imagem à nossa frente. Não sem que antes ela estivesse definitivamente, eternamente e detalhadamente gravada nossa retina.
- Estávamos a uns 800 metros da torre, em um plano mais alto do que sua base, o que nos permitia uma imagem ampla. Panorâmica.
- De longe observávamos o movimento dos carros, ônibus, parisienses, turistas, africanos que vendiam todo tipo de "souvenirs" da cidade, enfim... Porém, pela distância, parecia que tudo estava em câmera lenta. Solenemente quase silencioso.
- Naquela noite tudo parecia perfeito. Cada história que contávamos, ou era muito engraçada, ou tinha algum ensinamento de vida. Principalmente a medida que o vinho e a excitação (aos poucos íamos realizando onde estávamos) iam fazendo efeito.
- Uma brisa fria, quase vento, do fim do inverno europeu nos aproximava um pouco dos longínquos sons que vinham do ambiente mais próximo da base da torre (buzinas, músicos, instrumentos, motocicletas, risadas, automóveis, ...).
- Como um toque final, de quinze em quinze minutos a torre toda se iluminava por milhares de pequenas luzinhas brilhantes com se fosse uma árvore de natal gigantesca o que trazia uma atmosfera de sonho ao ambiente, dada a perfeição daquele momento. Bem que poderia ser um...
- Quem já esteve lá sabe do que estou falando, porém quem acha q estou exagerando saiba que é ainda melhor e desejo que um dia esteja por lá e que sinta o que tentei descrever. Certamente se lembrará de mim ou do que um dia leu em um blog da internet.....






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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Janela para nosso passado!


- Fiz essa foto durante um final de semana em São Miguel das Missões - RS, BR.
- Para quem não sabe este é um lugar onde o jesuítas espanhóis estiveram com a finalidade de catequizar os ìndios e constiruíram por muitos anos uma sociedade pacífica, justa e harmônica a mais ou menso 300 anos atrás.
- Foi exemplo contemplado por pensadores como Russeau e Montesquie como exemplo de sociedade próspera atá que os intersses das coroas Portuguesa e Espanhola acabaram provocando uma guerra que resultou no massacre da comundade Guarani, que vive hoje em completa degradação e extinção.
- O lugar ainda é citado no livro (best seller famoso no mudno inteiro da escritora Patricia Shultz) 1.000 lugares para conhecer antes de morrer.
- No lugar existem ruínas em perfeito estado de conservação de uma catedral, que representava o centro de um "cidade" ou aldeia da época( A redução jesítica e capital das Missões, São Miguel).
- A enregia deste lugar imrpessionanate, indescritiível. è possível sentir a harmonia do local e, ao ver o Show "som e luz", entender o que foi essa experiência única na história da humanidade.
- Imperdível se tem condições não deixe de conhecer. A estrutura para o turista e muito boa e convidativa.
- Fiz a foto de dentro de uma das salas da frente da igreja onde provavlmente havia uma altar e de onde se tinha a vista de toda a praça central do antigo povoado. Hoje ao fundo se vê o museu de obras e utencílios jesuíticos que mostram mais dessa incrível história.
- Nós gaúchos temos que conhecer e orgulharnos da história de garra e convicção dos nosso ante passados Guaranis.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Descanso, comida e cerveja em frente o Coliseo.


- Esse foi um dia terrivelmente quente em Roma. Esram por volta das seis da tarde e eu estava caminhando desde as 8 da manhão conhecendo a cidade, tinha feito apenas uma parada perto do emio-dia para um lanche rápido. E segui caminhando....

- Quando cheguei ao Coliseo, que era perto no Albregue onde eu estava hospedado, resolvi sentar, comer uma pizza (Atum, alface, tomate e muuuito azeite oliva. hummmmmm), óbvio, e tomar uma cerveja beeeemm gelada (Peroni),

- Gosto da foto porque vejo nela elemnetos identificadores desta história: A cerveja que indica sede e relaxamento; O boné "descansando" como eu e q também indica dia de sol forte e calor; A toalha de mesa típica italiana; Um olhar mais atento encontrará a minha mochila atrás e a esquerda do boné sobre a cadeira em frente, o que indicia que se está viagem, turismo, enfim; E ao fundo o Coliseo que "localiza" a foto em Roma.

- Também me faz lembrar em detalhes desse momento.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Fim de tarde no Tâmisa.

- Para começar posto essa foto, dirigida por mim e executada pelo Willem (um amigo de Ultrehct -Holanda), durante uma caminhada às margens do Rio Tâmisa (Londres), num fim de tarde da primavera de 2008.
- Gosto dessa foto por que captuou, pelo menos na minha ótica, exatamente a atmosfera, tranquilidade e beleza dequele pôr do sol. Lembro dessa tarde e quase chego a sentir qdo observo esse registro.
- Esse ai caminhando so eu. hehehe